Quatrocentos anos de música e alegria!

Quatrocentos anos de música e alegria.
Em 1555, quando os franceses chegaram ao que seria a cidade do Rio de janeiro já se depararam com música. Uma música bárbara, rudimentar e improvisada pelos indígenas tupinambás que habitavam a região, com seus instrumentos musicais típicos, maracas, chocalhos, pios, trombetas e flautas de osso, fato muito bem descrito por Jean de Léry, um jovem pastor, missionário e escritor francês, que em 1556, tomou a decisão de acompanhar um grupo de ministros e artesãos protestantes em uma viagem à França Antártica, colônia francesa estabelecida na baía de Guanabara.


Porém, por pelo menos durante trezentos anos, ficamos praticamente sem história musical, muito embora os negros africanos escravizados tivessem trazido suas canções da terra mãe e os portugueses suas músicas, com forte influência árabe. Durante esses três séculos, o negro escravizado, que já se constituía uma população de 15 mil pessoas em 1600, o que não deixa de ser muito, levando-se em consideração a população da época. Apesar de todo o sofrimento da escravidão eles tinham seus momentos de alegria e diversão, tendo a oportunidade e liberdade de organizar suas festas como a congada, o jongo e o lundu.
A congada consistia num cortejo que desfilava pelos caminhos, ruas das vilas e cidades, dançando e cantando. A Congada tinha um rei, eleito pelos seus companheiros, uma rainha, príncipes, fidalgos, embaixadores, e a representação consistia em notáveis evoluções malabaristas, como as que nos dias atuais podem ser comparadas com as modernas escolas de samba do Rio de Janeiro. Deve-se notar o fato que os participantes do desfile das “Escolas de Samba” deram preferencias as fantasias de “Damas” e “ Nobres” antigos, numa recordação nostálgica dos “Senhores” e “Sinhás” do século XVIII em suas vestimentas de rigor ou de cerimonial.

Congada música moderna interpretada pela umbandista Clara Nunes

Entretanto, a dança mais apreciada pela comunidade negra escravizada era o “Jongo” devido à grande quantidade de escravos ou pessoas que podiam participar do festejo. Cada um dos participantes exibia suas qualidades individuais de canto e dança. O Jongo foi muito bem apresentado na obra do musicólogo Luciano Gallet num livro sobre o nosso folclore musical “ O Negro na Música Brasileira”. Assim descrito:

Um cantador, agitando um chocalho, ficava no meio da roda que se formava e cantava um verso

O coro respondia. Enquanto isso o cantador sapateava

Quase no final do coro, o cantador entrava para o meio do círculo

Um dos assistentes ia para o centro da roda

O cantador ficava no círculo, cantando enquanto todos dançavam. O coro repetia o estribilho, de acordo com as demonstrações de habilidade do sapateador.

A dança e canto do Jongo em diversas regiões do Brasil

O Lundu foi dança e canto de origem africana que já era conhecido em Portugal desde o século XVI, onde foi proibido a sua execução, por ser considerado indecente. Aqui surgiu nas senzalas baianas, se espalhou rapidamente entre as comunidades escravas, onde era muito apreciado. Logo, logo, perdeu a aspereza inicial, alcançado os salões da elite, os palcos dos teatros, com acompanhamento de Bandolins marcheteados (com madrepérola na trava), tornando-se uma verdadeira mania nacional. Foi o caráter afro-brasileiro por excelência. Tornou-se uma dança sensual, canção satírica, lasciva e muito combatida pelo clero. O famoso poeta Gregório de Matos Guerra, conhecido como “boca do inferno”, assim chamado devido a irreverência de suas sátiras, às críticas que fazia indistintamente, foi um grande compositor e cantador de lundus. O fato é que o Lundu se espalhou de norte a sul do país, com características para cada região.

Lundu instrumental – Joaquim Calado

Lundu Marajoara

Até que, de repente, nos meados do século XVIII, o Rio de Janeiro começou a cantar suas primeiras canções populares quando os jesuítas criaram uma espécie de conservatório para os negrinhos, na fazenda de Santa Cruz, próxima a cidade. Essa instituição foi importantíssima no ensino da música e chegou a possuir grupos instrumentais e cantores tão bons que espantaram D. João VI, Marcos Portugal, compositor português e Segismundo Neukomm, um maestro austríaco, estes dois últimos, excelentes músicos trazidos de Portugal pela Corte de D. João VI. Do conservatório dos negros surgiu o precursor da música brasileira o Padre José Maurício Nunes Garcia, um notável compositor que teve como discípulos Francisco da Luz Pinto – professor de música no colégio D. Pedro II e no Conservatório de Música, que em 1849, compõe música para a modinha “Emília, fruto de amor”, e Francisco Manoel da Silva autor do Hino Nacional que compôs diversos lundus, entre eles o famoso ”Lundu da Marrequinha”, escrita pelo tipógrafo e poeta Paula Brito, um mulato de talento que foi o primeiro editor brasileiro: “Iaiá não teime, // Solte a marreca, // Senão eu morro, // Leve-me à breca!”

Dos lundus, a música popular carioca derivou para os “Choros”, de origem puramente local, surgido entre músicos que se reuniam em pequenos grupos para alegrar bailes e outras festas, em casa de família. Eles procuravam enfeitar as melodias à sua maneira, e acabaram compondo peças em que aplicavam o melhor de suas habilidades. Os choros adquiriram um caráter ambulante, percorriam a cidade ou iam para o centro, sendo aplaudis pelo povo. Os elementos que integravam tais grupos passaram a ser conhecidos pelo nome de “chorões”. Essa tradição persistiu até o início do século XX. E o genial Villa-Lobos seria o último e o mais ilustre elemento dessa falange boêmia da cidade. Seu ponto preferido era o “Cavaquinho de Ouro”, situado na Rua da Carioca. Do seu agrupamento de músicos faziam parte Luís de Sousa (piston), Gonzaga da Hora (Tuba/bombardão), Zé Cavaquinho (cavaco), Juca, Klaut e Felisberto (flautistas), e os violonistas, Quincas Laranjeira e João Pernambuco. Alguns chorões ainda usavam oboés, clarinetas, trombones saxes e bandolins.
Choro No 1 – Villa-Lobos – com Turíbio Santos

Mas quando o século chegava ao seu final, um espírito novo surgia, com Chiquinha Gonzaga, que logo se tornaria grande compositora popular. Com seu “Ô Abre Alas”, composto em tempo de marcha para o “Cordão Rosa de Ouro” – assim chamado por ter o Papa Leão XIII agraciado a Princesa Isabel com essa condecoração do Vaticano depois da abolição da escravatura.

Chiquinha Gonzaga deu ao carnaval carioca alguma coisa de característico e original. Enquanto isso, crescia a produção de choros com os flautistas Joaquim Callado e Viriato Figueira da Silva. As valsas de José Lourenço Viana, conhecido como Juca Kalut e de Anacleto de Medeiros tomavam lugar das polcas de Callado e Viriato. Impunham-se os lundus de Eduardo das Neves – que um dia descobriria a Europa curvada ante o Brasil – e do cantor Baiano, nome artístico de Manuel Pedro dos Santos que foi um cantor reconhecido pelo seu pioneirismo dentre as gravações fonográficas na Casa Edison, uma das primeiras gravadoras existentes no Brasil e sediada no Rio de Janeiro. Ao lado disso surgem os tangos brasileiros de Sátiro Bilhar e Ernesto Nazareth, notadamente este último, que de 1909 a 1918, trabalhou na sala de espera do antigo Cinema Odeon, onde muitas personalidades ilustres iam apenas para ouvi-lo. Foi em homenagem à famosa sala de exibições que Nazareth batizou sua composição mais famosa, o tango “Odeon”. No mesmo Cine Odeon, travou conhecimento entre outros com o pianista Arthur Rubinstein e com o compositor Darius Milhaud, que viveu no Brasil entre 1917 e 1918 como secretário diplomático da missão francesa.

Odeon – Tango brasileiro de Ernesto Nazareth -1909 – Piano: Maria Teresa Madeira

Enquanto Chiquinha Gonzaga fazia a população do Rio de Janeiro requebrar ao som do “Corta-Jaca”, Ernesto Nazareth não ficava no ostracismo e gravava o buliçoso “Apanhei-te, Cavaquinho”.


Entra então o Maxixe na jogada e passa a dominar, lançado nos cabarés e nos teatros, mas por ser de difícil coreografia, quase acrobático e com características de erotismo, acabaria cedendo lugar ao samba. Segundo Mário de Andrade, o maxixe foi dançado pela primeira vez em palco brasileiro no dia 4 de fevereiro de 1876, na paródia de Artur Azevedo “A Filha de Maria Angu”, à “La Flle de Mme. Angot”. Ele também relata que Villa-Lobos julga ter descoberto a origem do maxixe no seguinte episódio: um afinador de pianos da Casa Artur Napoleão e um certo comendador, ambos com mais de 80 anos de idade, assistiram ao nascimento do maxixe no primeiro clube carnavalesco fundado no Rio de Janeiro. Maxixe era o nome do sujeito que nesse clube dançou de um jeito particular e extravagante, que imitado por outras pessoas, deu o maxixe. Dizem que Villa-Lobos viu e anotou tudo. Nas residências familiares o maxixe não tinha vez A Condessa Paulo de Frontin, promovia um baile em sua luxuosa casa, mas teve que cancelar o baile e dispensar a orquestra por esta ter tocado um maxixe e alguns pares extrapolaram nos agarrados e requebrados o que foi considerado erótico e incompatível com a boa moral familiar.

Belle Époque – Maxixe

Eis que antigos descendentes de escravos iniciam um novo ritmo e introduzem o samba que teve o carnaval como o seu maior elemento de divulgação. Paralelamente com o advento do rádio, o samba tomou um impulso muito grande e se impôs de forma definitiva e incontestável como a típica música popular brasileira. Os sambas mais antigos tinham várias partes e letras complicadas, mas a experiência revelou aos compositores que letras menos extensas e mais simples são as que mais se popularizam. O primeiro samba que ficou como um sucesso verdadeiramente nacional foi “Pelo Telefone”, do compositor Ernesto dos Santos, o DONGA, cuja letra foi feita pelo parceiro Mauro de Almeida, gravado inicialmente pela Banda Odeon e logo em seguida pelo cantor Baiano. O samba surgiu na casa da Tia Ciata, cujo nome verdadeiro era Hilária Batista de Almeida, que ficava na Rua Visconde de Itaúna, 117, Rio de Janeiro

Pelo Telefone – O primeiro samba gravado com o Donga cantando e bailando


Paralelamente as marchas seguiram a mesma receita. E o Brasil inteiro cantou coisas que às vezes não tinham sentido algum e outras vezes nem sequer uma rima, mas a multidão cantava e caia na folia embalado com marchinhas como essas a seguir:

Marchinhas famosas de 1930 a 1940

Nessa época, outro grande nome da música popular carioca era João Batista da Silva, conhecido como SINHÔ. Era considerado o “Rei do Samba” e, certa vez, acusado de plagiar músicas de outros compositores, desculpou-se com a seguinte frase “Samba é como passarinho: a gente pega no ar”. Mas era um grande compositor e um dos frequentadores da casa da Tia Ciata. Era um excelente pianista e fazia ponto na Casa Beethoven, uma casa de Shows, onde namorava a pianista local de nome Cecília que colaborava em suas letras de samba. Sinhô era muito sarcástico e gostava de agredir os colegas em suas composições. A letra do samba “Quem São Eles”, por exemplo, visava e gozava os compositores José Luiz de Morais mais popularmente conhecido como Caninha e Pixinguinha. O troco de Pixinguinha veio na hora com o samba “Já Te Digo”, replicando Sinhô massacrou com o samba “Três Macacos do Beco”, referindo-se a Pixinguinha, Donga e China. Seu maior sucesso foi “Jura, interpretado originalmente de maneira inesquecível pela popularíssima Araci Cortes. Por causa desse samba Heitor dos Prazeres, armou o maior barraco, acusando-o de ter sido plagiado do seu “Gosto Que Me Enrosco”. Sinhô morreu de uma hemoptise fulminante, ocasionado pela tuberculose pulmonar, dentro de uma barca da linha Rio- Niterói.

Gosto que me enrosco – Zeca Pagodinho – Yamadu Costa e Hamilton de Holanda (3 feras)

Na época o grande rival de Sinhô era o Pixinguinha que tocava vários instrumentos além de ser exímio orquestrador. Com seu talento fabuloso, contribuiu para muitos sucessos de colegas. Foi quem orquestrou, admiravelmente, “O Teu Cabelo Não Nega”, “Linda Morena”, organizou o conjunto “OITO BATUTAS”, que levou nossa música ao exterior. Deixou um legado musical fabuloso, onde se destacam, CARINHOSO E ROSA. Ele viu surgir e desaparecer muitos valores notáveis da nossa música popular como Noel Rosa, Ari Barroso, Custódio Mesquita, entre outros. Entre esses, Noel Rosa teve um destaque especial. Dotado de um talento espontâneo e admirável, distinguiu-se pela originalidade e pelo cunho filosófico de suas letras. Deixou como legado uma extensa e preciosa bagagem musical, embora tenha morrido precocemente, aos 27 anos, de tuberculose pulmonar ocasionada pelas dissipações de sua intensa vida boêmia. Tocava violão e fez parte do conjunto “Os Tangarás”, com Almirante, João de Barro Henrique Brito e Alvinho. À maneira de Sinhô, era também dotado de um espírito muito polêmico, Seu samba “ Palpite Infeliz” em que faz um elogio ao bairro onde nasceu, Vila Isabel era um revide ao compositor Wilson Batista seu desafeto musical. Teve uma dezena de parceiros. Com Kid Pepe fez “O Orvalho Vem Caindo”; com João de Barro fez “As Pastorinhas”; com Vadico fez nove composições, e, ainda teve como parcerias com Ari Barroso, Heitor dos Prazeres, Donga, Lamartine Babo, Custódio Mesquita, Orestes Barbosa, Antonio Nássara, José Maria de Abreu, André Filho e Hervê Clodovil. Apesar disso, deixou uma obra com 211 composições de que é autor exclusivo de muitas delas que foram marcantes sucessos como: Com Que Roupa, Fita Amarela, Dama de Cabaré, e O Xis Do problema. Vivendo em uma época em que o rádio cunhava SLOGANS para os artistas, imortalizou-se como “O Filósofo do Samba”.


Nessa fase áurea, vamos encontrar o médico e compositor Joubert de Carvalho, autor de Maringá, Taí e Suçuarana. Ao lado dele temos a figura de outro grande compositor, Heckel Tavares com sua Casa de Caboclo, Favela e Guacira. Um dos maiores rivais de Joubert e Heckel Tavares foi o mineiro Ari Barroso, que formado em Direito ficou conhecido como o “Dr. Do Samba”, mas realmente ele seria o DOUTOR EM SAMBAS, com as maravilhas que produziu como: Faceira, Dá Nela, No Tabuleiro da Baiana, Na Baixa do Sapateiro e Aquarela do Brasil.

Maringá com Orlando Silva e Jacob do Bandolim


Adeus Guacira – Orlando Silva e Jacob do Bandolim



Já Lamartine Babo, talento fino e indiscutível, ao contrário do Ari Barroso, tinha o seu lado forte nas letras. Entretanto, as mesmas acusações feitas ao Sinhô pesaram sobre Lamartine Babo. Ele também pegava passarinhos no ar, visto que a música “O Teu Cabelo Não Nega” era uma obscura marcha dos pernambucanos irmãos Valença, que ele adaptou e colocou uma letra de profunda atualidade política. Na época, logo após a revolução de 1930, Getúlio Vargas colocara jovens tenentes à frente dos governos estaduais. Lamartine então pegou a música dos irmãos Valença e fez a seguinte rima: “O teu cabelo não nega, mulata, // Porque és mulata na cor…..// Mulata, mulatinha, meu amor, // Foi nomeado o teu tenente interventor!”. Os irmãos Valença entraram na justiça e exigiram uma indenização. Quando ele escreveu “Lalá, Lelé, Lili, alguém pulou e disse: Isso é a Sinfonia Grand Canyon, de Fred Grofé. Mas Lamartine fez muitas músicas boas e de sucesso, só dele como: Linda Morena, Ridi Palhaço, Serra da boa Esperança e Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda.

Mas a vida musical brasileira continua. Não se pode esquecer o nome de Custódio Mesquita, o autor de “Se a Lua Contasse”, nem o nome de Henrique Vogeler, autor de “Linda Flor”, que ficou célebre como “Ai, Ioiô”. Nem de Benedito Lacerda, compositor e exímio flautista, autor de “Palhaço”, vulgarizadora da expressão “vou assistir de camarote” (ao teu fracasso, palhaço!). Poderia citar ainda uma gama de excelentes compositores que já se foram, entre eles Vadico (Osvaldo Gogliano) o grande colaborador e parceiro de Noel Rosa, João de Barro, o Braguinha, Herivelto Martins, Antônio Nássara, David Nasser, Marino Pinto, Haroldo Lôbo, Wilson Batista, Ismael Silva, Alcyr Pires Vermelho e Almirante (Henrique Foréis Domingues), todo um grupo de compositores que serviu de ponte entra a velha-guarda da era de ouro da nossa música popular e a bossa nova. Teve uma época, na década de 60 que se travou uma verdadeira batalha de duas gerações: os antigos e os novos. Com o surgimento da Bossa Nova, surgiram nomes até então desconhecidos do grande público brasileiro como Nara Leão, Vinicius de Moraes, Antônio Carlor Jobim, João Gilberto, Roberto Menescal, os irmãos Valle, que durante dez anos brilharam no Brasil e no exterior, notadamente nos EUA, onde o ritmo da bossa nova do Bim-Bom de João Gilberto fez imenso sucesso.

Esse trabalho se estende desde a música do nosso Brasil colônia até o final da influência da Bossa Nova no cenário musical brasileiro e internacional, em 1970.

Passando em revista estes quatrocentos anos de música brasileira o grande compositor, historiador e museólogo, Henrique Foreis, o nosso Almirante, assim se manifestou em 21 de janeiro de 1965:  “O Rio de Janeiro chega ao quarto centenário com sua música popular viva, alegre e comunicativa, irradiando graça e simpatia por todo o Brasil, se não ecoando até mesmo no estrangeiro. Só é grande a sua história, porque grandes foram os seus compositores e os seus cantores”.

Josias Cavalcante

One thought on “Quatrocentos anos de música e alegria!

  1. A música brasileira foi muito contaminada pelos povos africanos e europeus. A confluência entre a música dos jesuítas, dos negros e dos indígenas constituiu o início da música popular brasileira. A evolução desses ritmos e tantos outros, evidencia-se ainda hoje, pois são tocados em festas populares.
    Com os fatos tão bem historiados neste texto alicerçados numa fecunda e abrangente pesquisa, podemos ver ali demonstrada essa diversidade cultural rica e historicamente tão bem elucidada no texto sobre comento.
    Interessante a esquematização didática simplificada pelo autor por meio da divisão histórica tão bem posta.
    Raras vezes pude ler um texto sobre a história da música brasileira tão bem elaborado.
    Os vídeos tão cuidadosamente escolhidos e vai emoldurando a proficiência do texto, num percurso histórico bem delineado.
    Há de se indagar por que o autor não publica tão precioso material.

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