Um complô internacional contra o Brasil

Um complô internacional contra o Brasil
O crime ecológico contra o Brasil.

                   Fontes de investigação da Marinha brasileira, descobriram um acontecimento muito suspeito que pode desvendar a poluição da costa nordestina com o petróleo venezuelano. Segundo informações, um navio pertencente a ONG Greenpeace, atracou no porto Degrad de Cannes, situado na Guiana Francesa, no dia 28 de agosto de 2019. Lá permaneceu por 48 horas e voltou ao mar no dia 30 de agosto permanecendo em águas continentais durante 10 dias. Coincidentemente, as manchas de óleo começaram a aparecer no litoral do Nordeste em 2 de setembro. O navio saiu outra vez da Guiana Francesa no dia 12, passou quinze dias sem atracar em qualquer porto até voltar no dia 27. Os dados são públicos e estão em sites como o My Ship Tracking, que monitoram navios em circulação. Após sete dias ancorado em Degrad des Cannes, o “Esperanza” iniciou em 5 de outubro viagem pela costa brasileira, com destino ao Uruguai. A ONG foi Greenpeace foi procurada e explicou que estava na região para “estudar os Corais da Amazônia”, na companhia de cientistas franceses.
Interpelada sobre se a equipe do “Esperanza” testemunhou nas viagens algo que ajudasse a explicar o mistério do óleo, a ONG silenciou.
Três coisas me chamam a atenção sobre o fato.
Em primeiro lugar, a Guiana Francesa é o único país da América do Sul, com regime colonialista francês. A França sempre adotou um regime colonialista em pleno século XXI
No passado o Reino da França, invadiu o Brasil, colônia portuguesa no Rio de Janeiro e no Maranhão, onde se destacava os corsários franceses René Duguay-Trouin e Jean-François Duclerc, no século XVII
Em segundo lugar, a França sempre esteve em águas nacionais, explorado e captando a fauna marinha como aconteceu na famosa “Guerra da Lagosta”, no período de 1961 a 1963. Ver vídeo.

                  Em terceiro lugar, a recente interferência do governo francês sobre a nosso Amazônia comanda pelo nefasto presidente Emmanuel Macron. Um fato degradante e agressivo, quando ele utilizou a mídia internacional, as ONGs internacionais, o Vaticano e a União Europeia, solicitando a internacionalização da Amazônia brasileira, que representa mais de 65% do total de toda região amazônica. Fato que foi durante rechaçado pelo presidente Bolsonaro, que por ele taxado de mentiroso, gerando um atrito diplomático.
O mais esdruxulo de toda essa celeuma, é que ficou provado que os incêndios na Amazônia eram sazonais e o aumento foi insignificante. Seu argumento de internacionalizar a Amazônia foi contestado pela União Europeia e ele ficou relegado a um segundo plano.

 

                Se vocês se atentarem, houve reação do governo contra as ONGs internacionais que exploravam as comunidades indígenas há pelo menos 50 anos. As verbas foram cortadas e eles ameaçaram com incêndios criminosos.
Dois meses depois, no nosso litoral nordestino, surgiram as primeiras manchas de óleo, que aos poucos se tornou num desastre ecológico de grandes proporções, prejudicado a fauna marinha, a subsistência dos pequenos pescadores, o turismo e ocasionando um grande prejuízo à nação.

Não resta a menor dúvida que esse derramamento de óleo é criminoso e que por trás dele se encontram as ONGs internacionais e os governos da França e da Venezuela.

Josias Cavalcante.

 

One thought on “Um complô internacional contra o Brasil

  1. Uma postagem de relevante esclarecimento. Compartilhei. Essa informação precisa ser investigada minuciosamente até a conclusão para apenar os criminosos com rigor.
    A origem do óleo é venezuelano.
    O governo assevera que é derramamento. Ou seja, foi proposital. Não foi vazamento.
    Certeza absoluta. São mil toneladas já derramadas. Foi criminoso. E precisa de conclusão.

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